O problema
Todo mundo já experimentou um app de lembretes e parou de usar. Não porque os apps sejam ruins, mas porque lembrar de abrir o app para anotar aquilo que você não pode esquecer é um passo a mais. Enquanto isso, as mesmas pessoas mandam centenas de mensagens no WhatsApp por dia sem nem pensar.
O que desenvolvi
Um assistente pessoal que vive dentro do WhatsApp: nada para baixar, nenhuma conta para criar, nenhuma senha. Você escreve para ele como escreveria para um amigo — “me lembra do dentista na sexta”, “coloca leite na lista de compras” — e ele entende, mesmo quando você digita com pressa.
- Lembretes que chegam como mensagem na hora certa e são encerrados com a resposta “feito”.
- Listas compartilhadas para compras, malas e coisas a comprar, que podem ser enviadas para o chat do parceiro ou da parceira.
- Um arquivo de documentos, timers e notas, tudo criptografado no servidor para que só o dono consiga ler.
- Um teste grátis sem precisar de cartão, e planos pagos depois dele.
Tecnologias
Grandes modelos de linguagem para entender o que o usuário realmente quis dizer, a WhatsApp Business API para a conversa, tarefas agendadas para entregar os lembretes no horário e criptografia em repouso para listas, notas e documentos. Existe um site, mas o produto é o chat.
Por que foi feito assim
Construir isso como app teria sido mais fácil de vender a investidores e mais difícil de fazer as pessoas usarem. Passar pelo WhatsApp significa que o produto não tem onboarding, instalação nem tela vazia: você toca em um botão, diz seu nome e já está usando. O preço dessa escolha é que tudo precisa funcionar por meio de uma conversa simples, sem botões para servir de apoio.


